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Simpósio analisa futuro do emprego com I.A em palestra e painel no Parktec-CG 

Na noite da terça-feira (2), Prefeitura de Campo Grande promoveu no Parktec-CG, o 2° Simpósio da Empregabilidade, que em 2024 teve como proposição “O Impacto da Tecnologia no Mercado de Trabalho”. O evento foi voltado a reflexão de vanguardas para o recrutamento, treinamento e melhoria de performance de trabalhadores e empresas, a partir do alinhamento a novas tendências de tecnologia.
Com o apoio da Sidagro (Secretaria Municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio) e de instituições como o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), e a Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Mato Grosso do Sul, além da Faculdade Insted, a Funsat atingiu 100% da cota de inscrições para o evento. A agenda foi destinada a empresários, psicólogos, gestores de Recursos Humanos e trabalhadores interessados em diferenciação de Mercado.
“Acredito que conectar cada vez mais as pessoas a tendências de Mercado, superando assim cenários de turnover, das desistências pela procura de emprego e sobretudo ajudando no estímulo ao crescimento pessoal das pessoas, é o caminho e também um dos focos a serem discutidos”, falou o diretor-presidente da Funsat (Fundação Social do Trabalho), João Henrique Bezerra.
Com a Inteligência Artificial mais presente no processo produtivo e na vida das pessoas, um dos sinais para um “Novo Normal” mais high-tech é o de incentivos cada vez maiores a educação complementar e treinamento constante de mão de obra. “Precisamos repensar as formas de trabalho,  por meio da inteligência colaborativa. Com orientações adequadas para a produtividade e uma visão nova dos recrutamentos”, destacou a psicóloga e professora Executiva da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Vânia Aquino, proprietária do IGCO (Instituto de Gestão e Competências Organizacionais).
CEO da Jera, Jefferson Moreira, lembrou no Simpósio que o padrão de diferencial, a partir do conhecimento, exige cada vez mais uma atualização regular dos profissionais. Desafiando também empresas a investirem na mentalidade de inovação do quadro de funcionários. “Empreender no Brasil é uma questão de coragem e de muita responsabilidade aos gestores. Por isso incluir na plataforma da organização processos de inovação é essencial a competitividade e também na tarefa de se reter talentos”, destacou o especialista em Engenharia de Software, que enxerga na Inteligência Artificial um aliado estratégico a processos de modernização nas ações de trabalho.
Gestora Executiva SESI (Serviço Social da Indústria), Thalita Bressan destacou a importância do investimento em tecnologia estar no planejamento empresarial, assim como a capacitação contínua da mão de obra. “É um momento no qual se avançam a automação de processos, e a diferenciação passa pela forma como vamos lidar com a tecnologia. Entretanto, acredito que os gestores devam ampliar o foco nas pessoas, analisando e praticando abordagens que desenvolvam o soft skills de colaboradores. E dessa forma valorizar o papel dos multiplicadores dentro do ambiente interno”, falou a também responsável pela Bressan Consultoria Financeira e de Negócios.
Coordenador Jurídico Parktec CG, Marcelo Demirdijan falou sobre as mudanças no setor jurídico devido às inovações tecnológicas, comparando as práticas do passado nesse segmento, com as atuais. “É preciso enfatizar que já existem políticas públicas que facilitam a inovação na economia local. Dispositivos que estimulam o desenvolvimento local e a eficiência de empresas. Algo que depende do interesse pela modernização do negócio, portanto não é só a máquina, ou oportunidades como será com a Rota Bioceânica e sim a forma de nos posicionarmos a essas nova conjuntura”, citou.
Professora do Insted, Paula Flud comentou sobre a importância de uma visão inovadora na resolução de problemas corporativos.”A criatividade não pode ser ensinada diretamente, mas pode ser incentivada. Para isso, o país deve democratizar ainda mais o acesso a educação, mostrando aos alunos, de várias etapas do ensino, a usar a tecnologia para se obter melhores resultados. Só assim, serão promovidas transformações no mercado de trabalho, que consigam incluir e conciliar os avanços da I.A com a oferta de mais oportunidades”, ponderou.
 
Neli Hatsuco Oshiro, aprovou a edição do evento. “Tudo muito bem organizado e com uma reflexão relevante para as relações de trabalho e uma reciclagem de ideia a quem compareceu”, avaliou a servidora pública.
Para Ana Carolina Branquinho da Costa, o simpósio cumpriu o papel de elucidar bem o seu tema definido em 2024. “A Inteligência Artifical vem para agregar assim como várias tecnologias. Por isso, vejo o evento com uma contribuição positiva a essa visão quanto às modernizações da produtividade das empresas”, relatou a profissional de Recursos Humanos.
Interessado em ingressar nesse segmento da administração de competências de colaboradores, Veredito Carlos da Silva Filho, considerou como decisivas as análises provocadas no simpósio. “Achei sensacional o evento e ações assim precisam ser realizada mais vezes. O tema chama muito a atenção e precisa estar amplamente debatido por todos”, comentou o psicólogo.