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Operação contra o Aedes aegypti inspecionou mais de 13 mil imóveis e eliminou 9,8 mil criadouros do mosquito na Região Lagoa – CGNotícias

Mais de 13 mil imóveis foram inspecionados e 9,8 mil depósitos de potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti foram eliminados durante a segunda etapa da campanha “Meu Bairro Limpo – Todos em Ação contra a Dengue”, realizada na Região Urbana do Lagoa. A ação intersetorial tem previsão de percorrer as sete regiões urbanas e distritos do município, ao longo dos próximos meses, em um esforço conjunto para combater o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Conforme balanço parcial da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), de 22 de março a 01 de abril, foram inspecionados 13.800 imóveis, 9.874 materiais inservíveis, potenciais criadouros descartados e 456 focos do mosquito Aedes aegypti identificados e eliminados.

Além das visitas domiciliares e inspeção de terrenos, foram disponibilizados dois pontos de descarte temporários para que os moradores possam fazer o despejo de materiais inservíveis, que serão posteriormente recolhidos.

Primeira Etapa

Na primeira etapa da campanha “Meu Bairro Limpo – Todos em Ação contra a Dengue”, realizada no distrito Anhanduizinho, foram inspecionados 11,7 mil imóveis, eliminados 7,4 mil depósitos e 442 focos do Aedes aegypti.

Ações permanentes

Desde novembro, a Sesau tem aplicado rigorosamente as ações delineadas no Plano de Contingência Municipal para Arboviroses, que visa a mitigação de uma potencial epidemia dessas doenças até o ano de 2025.

O plano, detalhado em diretrizes publicadas recentemente, estabelece uma série de metas e estratégias, abrangendo desde a prevenção e controle do vetor até a organização do fluxo de assistência aos afetados. Essas medidas se espalham por toda a Capital, incluindo as sete regiões urbanas, distritos e áreas rurais, e são acompanhadas por iniciativas educacionais para informar a população sobre como evitar a proliferação do mosquito.

Ações educativas têm sido implementadas não só na comunidade, por meio de mobilizações sociais, mas também nas unidades de saúde e escolas, sobretudo durante o período letivo, como forma de ampliar o alcance das medidas preventivas.

Dados

De 01 de janeiro a 26 de março, Campo Grande registrou 5.099 casos notificados de dengue. No mesmo período, não foram reportados casos de zika, e a chikungunya foi confirmada em apenas cinco ocorrências.

Esses números seguem após um ano preocupante, em que, ao longo de 2023, foram notificados 17.033 casos de dengue, resultando em seis óbitos. Além disso, foram registrados 92 casos de zika e 176 de chikungunya durante o mesmo ano.

#pratodosverem A imagem que ilustra a matéria mostra uma agente de endemias, mulher, de cabelos longos, pretos e presos, fiscalizando um terreno e um balde com água.

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